Novo LIRAa aponta média infestação para o Aedes aegypti em Araxá
A pesquisa indica que alguns dos imóveis visitados possuíam mais de um recipiente servindo como criadouro do mosquito. Entre os principais depósitos encontrados estão vasos de plantas, latas, bebedouros de animais e ralos. Os bairros com maior predominância de registros positivos foram Pão de Açúcar, Centro, João Ribeiro e Padre Alaor.
De acordo com o encarregado de Combate às Endemias, Paulo Henrique Honorato, o resultado mostra que o mosquito segue presente em diferentes regiões da cidade e reforça a importância da prevenção contínua.
“Mesmo sendo um índice próximo da faixa de baixa infestação, ele mostra que o mosquito continua presente em várias regiões da cidade. O levantamento ajuda a identificar os principais focos para direcionarmos as ações, mas a participação da população continua sendo fundamental”, afirma.
Cenário epidemiológico
No boletim epidemiológico atualizado em 19 de maio, Araxá contabiliza 291 casos positivos de dengue em 2026. O município também registra 546 casos descartados e 88 pacientes aguardam resultado de exame. Em relação à chikungunya, Araxá soma dois casos confirmados. Não há óbitos confirmados pelas doenças neste ano.










